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Quem somos

Carta do Presidente

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No início século XXI, cuidar do câncer de outras doenças crônico-degenerativas não é mais apenas combater apenas a doença. Temos que nos focar na doença e dos sintomas que ela e/ou seu tratamento produzam no paciente para melhorar assim sua qualidade de vida.

Cuidar de ambos, doença e paciente, passa assim  a constituir uma meta única. Para termos êxito neste objetivo, precisamos reconhecer  que muitas mãos devem se juntar para poder ajudar a um só  paciente. Um médico não  pode atuar sozinho para alcançar o nobre escopo de cuidar da doença e do doente. Precisamos de psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, nutricionistas, enfermeiros e médicos de várias especialidades eourtos profissionais, trabalhando juntos e harmonicamente para que nossos pacientes vivam mais sem abdicar de viver melhor.

Como dizia William Osler, "A Medicina é uma arte baseada em ciência"  e não há área melhor para vivenciar este conceito  do que aquela que se dedica aos cuidados paliativos onde,  como os  membros de uma orquestra, todos estes profissionais tocam a vida de pacientes como se fosse uma sinfonia de sons harmônicos, todos imprescindíveis nos seus devidos lugares, para que uma bonita música possa emergir deste esforço comum. A música para ser executada precisa do maestro assim como da orquestra. Nossa sociedade quer receber todos os membros desta grande orquestra para juntos fazermos arte da ciência e a ciência da arte.

Sejam bem vindos!

Prof. Dr. Auro Del Giglio

 

 

Diretoria (2011-2013):

Presidente Auro del Giglio

Professor Titular de Hematologia e Oncologia da Faculdade de Medicina da Fundação ABC
Presidente da  Associação Brasileira de Cuidados Paliativos
Presidente do capítulo Brasileiro do Colégio Americano de Médicos (ACP)

auro@cuidadospaliativos.com.br

Vice-Presidente Theodora Karnakis
 

Médica geriatra, com especialização em cuidados paliativos. 

Membro do corpo clínico e coordenadora do serviço de cuidados paliativos ligado ao departamento de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein.

Médica assistente no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.

Autora do livro recém-lançado “Oncogeriatria, uma abordágem multidisciplinar” e uma das representantes da International Society of Geriatric Oncology (SIOG) no Brasil.

 

Sec. Executiva Ana Georgia Cavalcanti de Melo

Psicóloga Clínica especializada em Oncologia e Cuidados Paliativos
Fundadora e Comissão Diretora
Associação Brasileira de Cuidados Paliativos

anageorgia@cuidadospaliativos.com.br


Chairman Internacional Dr. William Breitbart

Chefe do Serviço de Psiquiatria e Psiquiatra Responsável do Departamento de Psiquiatria e Ciências Comportamentais do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center
Psiquiatra Responsável do Serviço de Dor e Cuidados Paliativos do  Departamento de Neurologia Memorial Sloan-Kettering Cancer Center
Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina Weill, Cornell University
Editor Chefe do Palliative Supportive Care Journal
Vice- Presidente da International Psycho Oncology Society (IPOS).

 


Conselho Consultivo

Ana Georgia Cavalcanti de Melo

Psicóloga Clínica especializada em Oncologia e Cuidados Paliativos
Fundadora e Comissão Diretora
Associação Brasileira de Cuidados Paliativos

anageorgia@cuidadospaliativos.com.br

Ricardo Caponero  
 

Oncologista da Clín. de Oncologia Médica
Diretor Científico e ex-presidente da ABCP
Sócio Diretor do Instituto SIMBIDOR

caponero@cuidadospaliativos.com.br

Cibele Andrucioli de Mattos Pimenta

Professora Titular do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica
Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo

cibele@cuidadospaliativos.com.br


 

História

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Ana Georgia Cavalcanti de Melo
Fundadora e Presidente (1997-2001)

A ABCP foi fundada em São Paulo, em outubro de 1.997, pela psicóloga Ana Georgia Cavalcanti de Melo, que reuniu um grupo de profissionais interessados na época, compondo  um Conselho Científico para colocar em prática os objetivos da Associação e  divulgar tal filosofia, agregando os serviços de cuidados paliativos que já existiam no Brasil, mesmo que ainda não padronizados, mas que ofereciam assistência para pacientes fora de possibilidades terapêuticas em algum âmbito :internação, ambulatorial e/ou domiciliar.

Ficou estabelecido que os objetivos principais da ABCP são: proporcionar a vinculação científica e profissional entre a equipe de saúde que estuda e pratica as disciplinas ligadas aos cuidados nas enfermidades crônico-evolutivas, em fase avançada e na terminalidade, aperfeiçoar a qualidade de atenção aos enfermos, fomentar as pesquisas no campo dos cuidados paliativos por meio de congressos, seminários, conferências, visando elevar o nível técnico científico de todos os profissionais de saúde, desenvolver, assessorar e prestar assistência técnica sobre conteúdo, programas curriculares e acadêmicos de educação na área de saúde, estudar e discutir problemas éticos e suas implicações na prática dos cuidados paliativos e promover o bem-estar da comunidade, preservando a melhoria da qualidade de vida dos enfermos, nos diversos níveis de saúde.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CUIDADOS PALIATIVOS

Diretoria 2002-2004
Presidente: Ricardo Caponero
Vice-Presidente: André Murad
Secretária Executiva: Ana Georgia Cavalcanti de Melo
Tesoureira: Valéria Brazolotto
Vogal: Maria Clara Alves Araújo

Diretoria 2004-2006
Presidente: Artur Malzyner
Vice-Presidente: Hézio Fernandes
Secretária Executiva: Ana Georgia Melo
Tesoureira: Valéria Brazolotto
Vogal: Maria Clara Araújo

Diretoria 2006-2007
Presidente: Nise Yamaguchi
Vice-Presidente: Dante Pagnoncelli
Secretária Executiva: Ana Georgia Cavalcanti de Melo
Chairman: William Breitbart

Diretoria de 2007-2009
Presidente: Ricardo Caponero
Vice-Presidente: Dante Pagnoncelli
Secretária Executiva: Ana Georgia Cavalcanti de Melo
Chairman Honorário : William Breitbart

Diretoria de 2009-2011
Presidente: Ricardo Caponero
Vice-Presidente: Dante Pagnoncelli
Secretária Executiva: Ana Georgia Cavalcanti de Melo
Chairman Honorário : William Breitbart

 

Estatuto

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Estatuto Social da Associação Brasileira de Cuidados Paliativos - ABCP
Leis 10.406/2002 e 11.127, de 28 de junho de 2005

Clique aqui para baixar

 

Missão

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Implantar e promover a divulgação dos cuidados paliativos, desde a fase mais preventiva, no diagnóstico, durante a  evolução da doença, progressão, no final da vida e no luto, através da formação de profissionais de saúde, promovendo a melhoria da assistência para pacientes e familiares e o desenvolvimento de pesquisas científicas.

 

Valores

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Nosso valores são:
Ética
Compaixão
Compromisso
Transparência
Responsabilidade
Transdisciplinaridade
Inclusão
Espiritualidade
Pioneirismo
Dignidade e respeito ao próximo

 

História e conceito dos Cuidados Paliativos

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Conceito dos Cuidados Paliativos desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (OMS):

Cuidados Paliativos é uma abordagem que aprimora a qualidade de vida dos pacientes e famílias que enfrentam problemas associados com doenças ameaçadoras de vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, possibilitados por identificação precoce, avaliação correta e tratamento da dor e outros problemas de ordem física, psicossocial e espiritual.
 
Princípios da Filosofia Hospice

A OMS, objetivando padronizar minimamente os princípios na área de cuidados paliativos, estabeleceu nove regras de ouro, consideradas fundamentais:
1. Promover alívio da dor e outros sintomas que causam sofrimento.
2. Afirmar a vida e considerar a morte um processo natural.
3. Não pretender apressar, nem retardar a morte.
4. Integrar os aspectos psicossociais e espirituais ao cuidado do paciente.
5. Oferecer sistema de apoio com intuito de ajudar pacientes a viverem ativamente tanto quanto possível até a morte.
6. Oferecer sistema de apoio para ajudar a família a lidar com a doença do paciente e seu próprio luto.
7. Utilizar equipe para abordar as necessidades dos pacientes e seus familiares, incluindo aconselhamento para o luto, se indicado.
8. Reforçar e aprimorar a qualidade de vida e, também, influenciar positivamente o curso da doença.
9. Ser aplicável no início do curso da doença, em conjunto com outras terapias que prolonguem a vida, como químio e/ou radioterapia, e incluir investigações necessárias para o melhor entendimento e abordagem das complicações clínicas que causam sofrimentos.

O conceito de cuidados paliativos teve origem no movimento hospice, originado por Cecily Saunders e seus colegas, disseminando pelo mundo uma nova filosofia sobre o cuidar, contendo dois elementos fundamentais que pregavam o controle efetivo da dor e de outros sintomas decorrentes dos tratamentos em fase avançada das doenças e o cuidado abrangendo as dimensões psicológicas, sociais e espirituais de pacientes e suas famílias.

Juntamente com essa abordagem, incorporava-se uma maior necessidade de controlar a dor e, juntamente com a utilização da morfina e o treinamento de profissionais e voluntários tem início, então, uma nova abordagem, oferecendo maior suporte para pacientes e familiares no período final dos tratamentos curativos e na fase do luto.

A palavra hospice tem origem no latim hospes, significando estranho e depois anfitrião, hospitalis significa amigável, ou seja, bem vindo ao estranho e evolui para o significado de hospitalidade. Em 1840, na França, os hospices eram abrigos para peregrinos durante seus percursos, possuindo origem religiosa, onde eram cuidados os enfermos que estavam morrendo. .Em 1900, surgiu outro em Londres e posteriormente, em 1967, o St Cristopher’s Hospice, que revolucionou essa filosofia e deu início a outros hospices independentes.

Com esse movimento, começou a ser introduzido um novo conceito de cuidar, e não só curar, focado no paciente até o final de sua vida. Diante desse momento, um novo campo foi criado, o da medicina paliativa, incorporando a essa filosofia, equipes de saúde especializadas no controle da dor, no alívio de sintomas e na melhoria da qualidade de vida,  visando a ênfase  em uma abordagem mais preventiva, contínua  e eficaz e não somente nos cuidados no final da vida.
 

 


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